Caminhada:
Por Terras do Deus Endóvelico - Parte II


Caminhada em Terena, Alandroal Data do evento:   Domingo, 22 de Maio de 2011

Organização:  Obeta

Tipo de Evento:  Caminhada

Local onde se desenrolou:
Alentejo: Terena, concelho de Alandroal

Grau de dificuldade:  Fácil

Caminhada em Terena, Alandroal Tipo de Percurso:
Circular, com começo e fim em Terena, junto ao castelo

Distância:  12 km aproximadamente

Duração:  3,5 horas

Locais de interesse:
Albufeira da barragem de Lucefécit, Castelo de Terena, povoado Neolitico do Castelo Velho, aldeias de Hortinhas e Orvalhos, paisagem de montado Alentejano.

Descrição:
Em Janeiro de 2010 a Obeta realizou uma caminhada na bonita região de Terena, subordinada ao tema do deus Endovelico, deus pagão que foi adorado pelos povos que habitavam esta zona durante a altura da ocupação romana e mesmo em períodos anteriores.
Caminhada em Terena
Na altura tivemos a oportunidade de visitar o cerro de São Miguel da Mota e os vestígios do santuário que lá existiu, local principal de adoração deste deus.

No entanto muita coisa ficou por ver no final daquele passeio. Assim, mais de um ano depois, retomamos á mesma zona para completar esta viagem pela história, natureza e paisagens de Terena.
Desta vez o percurso foi substancialmente diferente do realizado anteriormente, desenrolando-se agora para sudoeste do plano da albufeira (no passeio anterior tínhamos coberto a zona situada a nordeste).
Caminhada em Terena
Nesta altura do ano - fins de Maio -o calor já aperta um pouco nestas paragens, mas verificamos que apesar disso os campos ainda se mantêm viçosos e cheios de flores, anunciando uma primavera pujante.

Durante a caminhada tivemos a oportunidade de observar diversos animais, como lebres e coelhos, andorinhas, perdizes e cegonhas.
As paisagens amplas e desafogadas também foram uma constante, ora não estivéssemos nós no Alentejo.
No final não faltou o pequeno petisco regado com o excelente vinho da região, na adega dos Ramalhos, restaurante regional no Alandroal.

E foi assim que fizemos o regresso a um Alentejo profundo, feito de ritmos mais calmos e tranquilos.

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