Trilho ferroviário de Evora a Mora - Troço entre Arraiolos e Pavia

Percurso:
Âmbito do PercursoPaisagístico / Ecológico / Ferroviário
Entidade que o ImplementouNão é presentemente um trilho ou pista homolgada
Tipo de PercursoMédia Rota - Linear
Distancia aproximada20 Km
Duração5 h (pé), 3 h a 4 H (bicicleta)
Grau de dificuldadeMédio
Local da realizaçãoAlentejo, entre Arraiolos a Pavia
AcessoA partir de Arraiolos tomar a estrada N4 na direcção de Vimieiro e Estremoz.
A estrada desce a colina onde está implantada a vila e logo no final dessa descida existe á direita um desvio para um caminho de terra.
Seguir esse caminho, o qual conduz ao antigo edifício da estação ferroviária, actualmente abandonado.
O passeio começa precisamente aí, seguindo o trilho que passa em frente á estação e que é o leito da antiga ferrovia.
Pontos de InteressePaisagem alentejana de Montado, a linha ferroviária abandonada, ribeira de Divor, Arraiolos, Pavia
Cota Mínima Atingida158 m (Perto de Pavia)
Cota Máxima Atingida350 m (Arraiolos)
Fotos de Locais:
A antiga estação de Arraiolos
O trilho ainda no ínicio do percurso
Alguns troços possuem já alguma vegetação...
Mas outros são quase auto-estradas!
O apeadeiro abandonado de Vale de Paio
A belissima planicie Alentejana
Mais um bom bom troço bastante ciclável
A estação abandonada de Pavia

Descrição

Rota linear feita sobre um trilho onde antigamente assentava a linha ferroviária do ramal de Mora, hoje desactivada.
Existem planos para converter todo o ramal numa ecopista mas actualmente apenas o troço compreendido entre Graça do Divor e Évora foi transformado.
Não obstante, o percurso entre Arraiolos e Pavia é perfeitamente exequível de realizar em bicicleta ou a pé.
O único problemas são as várias cancelas que espaçadamente é necessário abrir e fechar para se poder atravessar as vedações que abusivamente os proprietários dos terrenos adjacentes insistem em colocar sobre o trilho tentando - de uma forma que nos parece não muito legal - prolongar as áreas dos seus terrenos...
De qualquer forma e de uma forma geral os referidos proprietários não se importam que lhes atravessemos ocasionalmente as terras, desde que se tenha o cuidado de voltar a fechar as cancelas após a passagem, para evitar a eventual fuga do gado.